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Foto: Getty Images

Futebol Grêmio

Romildo Bolzan 'dá a real' para torcida do Grêmio sobre jogadores do River Plate em fim de contrato; Borré e De La Cruz estão na lista

Nas redes sociais, os torcedores passaram a indicar a contratação de uma série de jogadores que entram em reta final de vínculo no clube argentino

Bolavip

Foto: Getty Images

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Os bastidores do mercado da bola estão agitados em meio a reta final da temporada 2020. Já de olho nas competições de 2021, os clubes precisam se movimentar para qualificar seus elencos e não terão muito tempo para se planejar, tendo em vista as mudanças no calendário. Informações vindas da Argentina nas últimas semanas movimentaram torcedores do Grêmio, sonhando com grandes reforços.

Um dos principais times do continente nos últimos anos, o River Plate ainda não assegurou a permanência do técnico Marcelo Gallardo e tem uma série de atletas em reta final de contrato. Os principais destaques na lista ficam para o meio-campista Nicolás De La Cruz e o atacante Rafael Santos Borré, além do lateral-direito Montiel.

Diante dos muitos pedidos nas redes sociais, o presidente do Tricolor Gaúcho, Romildo Bolzan Júnior, abriu o jogo sobre o assunto em entrevista à Rádio Grenal. "Em primeiro lugar, estes jogadores têm situações de contratos em vigor. Segundo, se tu for chegar no River Plate para comprar um jogador desses, finalizando seis meses de contrato, vai pagar quanto?", questionou.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação
Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

"Primeira coisa que tem que se dizer é estes jogadores não vêm em um curto prazo para o Grêmio, porque vai ter que desembolsar dinheiro, com seis meses para vencer o contrato, mas vai ter pagar que o River para isso. Segunda coisa, eu duvido que, havendo uma situação de permanência do Gallardo, ele não coloque em xeque a permanência deles no clube". 

"Quando se tem isso, é mais um dessas circunstâncias do próprio futebol, que todo mundo tem a solução de jogador e técnico para a hora das dificuldades. Vamos racionalizar e o racíocinio passa exatamente por isso: em primeiro lugar, não estão disponíveis e, em segundo lugar, se tu for lá, vai ter que pagar por um jogador que em seis meses tá terminando contrato. A primeira crítica que vem depois é: 'Mas por que não esperaram os seis meses para pagar em vez de pagar pelo jogador'", adicionou.

Por fim, Romildo lembrou a necessidade de bancar com luvas, que é o valor repassado aos atletas pela assinatura do contrato, e minizou as possibilidade. "Tu acha que tu não paga o jogador se tu criar uma situação dessas? Paga sim, vai ter que dar para o jogador um valor, talvez não tão grande quanto para o clube, mas vai ter que dar. Em terceiro lugar, o Gallardo vai tentar mater esses jogadores que são importantes. Então, vamos parar com essa loucurada que acho que é a melhor coisa que a gente faz", completou. 

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