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Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Futebol Cruzeiro

Esperança de criação ao chegar no Cruzeiro, Régis perde espaço no time de Felipão; jogador foi superado até por improvisações no setor de meio-campo

Régis foi adquirido por empréstimo junto ao Bahia, mas não correspondeu ao peso da camisa 10 Celeste

Bolavip

Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

A temporada 2020 do Cruzeiro foi marcada por deficiência notável no setor de criação. De Adílson Batista, passando por Enderson Moreira, Ney Franco e chegando a Luiz Felipe Scolari, a carência não foi suprida. Felipão, preferiu encarar o problema com ações improvisadas que acabaram por anular a participação de Régis, o camisa 10 da equipe Celeste.

Nos sete primeiros jogos, Felipão o escalou como titular, mas em todas as partidas que começava jogando, Régis foi substituído. Sua última partida como titular, foi na derrota do Cruzeiro diante do Confiança, por 2 a 1, no final de novembro, no Mineirão, depois disso, o meia não foi mais titular. A informação é do Globoesporte.com.

Ao ir para o banco, e ser utilizado apenas durante o segundo tempo, Régis perdeu o espaço que tinha. Sua vaga foi ocupada por Machado, um volante que Scolari resolveu improvisar adiantado como meia. O volante de origem se destacou como o homem de criação de Felipão, e em sete jogos, anotou 6 assistências.

Os números de Régis decepcionam ainda mais, se comparado com os de Machado. Nos 28 jogos que disputou, Régis  marcou 3 gols e foi autor de quatro assistências. Números pífios para um jogador que despertou esperanças e boas expectativas para a torcida da Raposa. O meia tem contrato até 31 de dezembro, com possibilidade de renovação por mais um ano.

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